Vida, amor, 2011 foram as redes sociais. De repente qualquer lugar que você ia tinha que se cadastrar, adicionar amigos, postar frases invencíveis, compartilhar abraço sem braço, curtir beijo sem estalo e assim sendo, mesmo que não soubesse, ou soubesse sendo, tornando-se alvo e agente do excesso de informação, publicidade, auto-promoção, futilidade, reticências, sucessivamente engrossando o caldo do choro de uma solidão 2.0 em que um finge que dá pro outro que finge que recebe.
A História seguiu assim: Nos conhecemos naquele chat. Aceitamos as juras do relacionamento sério. Nos casamos no facebook (os padrinhos estavam online). Mês que vem nascerá nosso primeiro perfil. A cara do perfil da mãe. Você vai ter que adicionar. Confirma lá o evento. Enfim, vou offline agora. Se não for compartilhar nada, curte lá em casa hoje. ♥
A História seguiu assim: Nos conhecemos naquele chat. Aceitamos as juras do relacionamento sério. Nos casamos no facebook (os padrinhos estavam online). Mês que vem nascerá nosso primeiro perfil. A cara do perfil da mãe. Você vai ter que adicionar. Confirma lá o evento. Enfim, vou offline agora. Se não for compartilhar nada, curte lá em casa hoje. ♥
